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Investimento Social por Ciência e Informação:

Parceria com Instituto Serrapilheira

25/09/2020 – 10h00 às 12h30

A defesa e valorização dos modos de produção e disseminação de ciência e informação de qualidade encontra-se clara e crescentemente entre os desafios centrais do nosso tempo. Preservar e revitalizar uma esfera pública pautada pelo compromisso com a empiria e os fatos, a pluralidade de atores e ideias, a independência e respeito no debate são condições cada vez mais essenciais para renovar os trilhos de construção de avanços nas várias dimensões da nossa vida coletiva.

A elas soma-se o desafio também histórico de fortalecer as bases de produção científica e difusão de conhecimento na sociedade brasileira, seja para amparar a nossa cultura democrática e do bom debate de ideias na cena pública, expandir a democratização de oportunidades e a realização plena de potenciais no país e/ou posicionar-nos de forma efetiva para a inserção na sociedade do conhecimento contemporânea.

Com tudo isso em vista, o painel “Investimento Social por Ciência e Informação” buscará reunir vozes diversas dos universos da filantropia e do investimento social, da ciência e da comunicação para somar perspectivas para o aprofundamento da ação filantrópica em favor da produção de respostas a esses desafios no país. Para além da atividade no trilho do 11o Congresso GIFE, a atividade marcará também o início da iniciativa “ISP por Ciência e Informação”, que deverá dar sequência ao debate nos próximos meses, fortalecendo os canais de cooperação na temática e produzindo um guia para o investimento social relacionado a ela por ser lançado no encontro presencial do Congresso em março.

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Palestrantes

Mariluce de Souza Moura

É professora titular da Universidade Federal da Bahia, reintegrada em dezembro de 2015, por decisão da Comissão da Anistia/Ministério da Justiça, 40 anos após ter sido demitida por perseguições políticas da ditadura militar de 1964-1985.É assessora de comunicação e divulgação científica da UFBA. É jornalista, especializada em jornalismo científico desde 1988, depois de duas décadas de trabalho no jornalismo geral e econômico em grandes jornais e revistas brasileiros. É graduada em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (1972), mestra (1987) e doutora (2006) em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi pesquisadora colaboradora do Labjor/Unicamp (2015-2017).É criadora e coordenadora do projeto de divulgação científica Ciência na rua (www.ciencianarua.net) voltado ao público jovem. Criou e foi diretora, de 1999 a 2014, da revista Pesquisa Fapesp, editada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e criou em 2014 a revista Bahiaciência. Implantou o setor de comunicação da Fapesp e foi sua gerente de 1995 a 2002. Foi presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo Especializado: Científico, Cultural e Econômico.

Sidarta Ribeiro

Sidarta Tollendal Gomes Ribeiro é um neurocientista, biólogo, professor titular e vice-diretor do Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Exerceu a função de secretário da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento (SBNeC) no triênio 2009-2011. Atualmente é membro do comitê brasileiro do Pew Latin American Fellows Program in the Biomedical Sciences e membro do steering committee da “Latin American School of Education, Cognitive and Neural Sciences”. Integra o Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (NeuroMat).

Tatiana Roque

É professora de matemática, história das ciências e filosofia da UFRJ, e coordenadora do Fórum de Ciência e Cultura.

Ana Paula Moraes

É pesquisadora e jornalista de ciência, com ampla experiência em comunicação nas áreas de ciência, tecnologia e ensino superior. Cientista de formação (biomédica com mestrado em farmacologia), especializou-se em jornalismo científico, área em que atua há 12 anos. Trabalhou por oito anos como assessora de comunicação no governo do estado de São Paulo, nas secretarias de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI) e de Ensino Superior (extinta em 2011). Fez parte da equipe que criou a Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), onde atuou como assessora de comunicação até 2017. É editora executiva da revista Ciência & Cultura, um dos veículos de divulgação científica mais antigos do país, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). É pesquisadora associada do Labjor/Unicamp, onde faz pesquisas em percepção pública em ciência, tecnologia, saúde e educação e ministrou disciplinas de Oficina de Jornalismo Científico e de Jornalismo de Dados. Atualmente, faz doutorado em política científica e tecnológica no DPCT-IGE-Unicamp. É sócia-fundadora da consultoria DATA14 e coordenadora da Agência BORI. 

Clara Sacco

Co-fundadora e coordenadora do data_labe Comunicadora e produtora cultural formada em Estudos de Mídia pela UFF. Atua em projetos que articulam juventude, tecnologia, comunicação, cultura e mobilização popular.

Hugo Aguilaniu

Biólogo, se dedicou às bases genéticas dos processos de envelhecimento. É doutor pela Universidade de Gothenburg (Suécia), pós-doutor pelo Salk Institute for Biological Studies (EUA) e membro do National Scientific Research Council (França). Foi diretor de um laboratório na École Normale Supérieure em Lyon. Os resultados de sua pesquisa científica foram publicados em revistas como Nature, Science, Cell Metabolism e PLoS Biology e premiados pelo CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique) e European Research Council (ERC). Também foi Pesquisador Visitante Especial na Universidade de São Paulo (USP) e mediou relações institucionais entre universidades francesas e brasileiras.

José Marcelo Zacchi

GIFE

José Marcelo é bacharel em direito pela Universidade de São Paulo e mestre em administração pública pela Universidade de Harvard. É membro do conselho de governança da Associação Casa Fluminense e pesquisador associado do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade (IETS). É secretário-geral no GIFE.

Lázaro Cunha

Graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), mestre em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA-Instituto de Física/UEFS). Diretor de Projetos Especiais e Comunicação do Instituto Cultural Steve Biko, coordenador do programa OGUNTEC, uma iniciativa de fomento à ciência e tecnologia que é vinculada ao Instituto Cultural Steve Biko e que foi referência para o artigo vencedor do Prêmio Nacional Jovem Cientista em 2008 (categoria graduado). Professor da disciplina Resistência dos Materiais nas Faculdades de Tecnologia e Ciências ( FTC) (2013-2014) e União Metropolitana de Educação e Cultura (UNIME) (2013-2014). É filiado à ABENGE – Associação Brasileira de Educação de Engenharia. Bolsista das seguintes organizações: Fundação Ford (2006-2008); Rede Ashoka de Empreendedores Sociais (2008-2010) e do Departamento de Estado Americano (2013). Tem experiência na temática Ciência, Tecnologia e Relações Raciais. Atua com formação de professores, especialmente, para a Educação das Relações Raciais, conforme estabelece a Lei 10.639/03, que tornou obrigatório o ensino de História da África e Cultura Afrobrasileira no ensino fundamental e médio das escolas brasileiras. Em 2014 foi aprovado no concurso para engenheiro mecânico da Indústrias Nucleares do Brasil ( INB). Foi Diretor de Inovação (2015-2017) e Diretor Geral Interino( 2017- 2019) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB).

Maria Augusta Arruda

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2002) e doutorado em Biologia (Biociências Nucleares) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2005). Foi Professora Visitante da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2007-2011), sendo Pesquisadora em Saúde Pública de Farmanguinhos – FIOCRUZ desde 2008. Tem experiência na área de Farmacologia, com ênfase em sinalização intracelular, atuando principalmente nos seguintes temas: NADPH oxidase, apoptose e estresse oxidativo. Dedicou grande parte de seus esforços no melhor entendimento do papel da atividade NADPH oxidase nas vias de sinalização que governam processos como a resposta inflamatória, a disfunção endotelial, a proliferação de células musculares lisas vasculares e tumorigênese/metástase. Atualmente tem trabalhado no campo da Diplomacia Cientifica, e no desenvolvimento de novas tecnologias de high-content e high-throuhput screening para Descoberta de Novos Farmacos, em colaboracao com a Universidade de Nottingham, Reino Unido, aonde atua como Coordenadora-Geral do Programa CAPES-Universidade de Nottingham em Descoberta de Novos Farmacos

Thiago Pereira Silva

Doutor em Matemática Aplicada pela Universidade de Potsdam, Alemanha (2007). Professor da Universidade de São Paulo e atuante em Sistemas Dinâmicos e comportamento coletivo. Faz parte do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos e pesquisador do Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI). É professor de honra de matemática da Imperial College London, que está entre as dez universidades melhores conceituadas no mundo.

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