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SUMMARY:Enfrentando as desigualdades nas organizações do Investimento Social
DESCRIPTION:Ainda que seja possível encontrar negros\, mulheres\, indígenas e pessoas com deficiência em posições de liderança em organizações de investimento social privado no Brasil\, há muito a ser feito para se assegurar a igualdade de oportunidades e a promoção da diversidade nessas instituições. Afinal\, a desigualdade no país é um problema complexo e multifacetado\, que afeta vários setores da sociedade – e o ecossistema filantrópico não está fora disso. \nPara promover a diversidade e a igualdade de oportunidades nas organizações filantrópicas\, é preciso reconhecer que as disparidades existentes estão relacionadas a vieses nas escolhas e ao poder. É crucial adotar medidas concretas\, como ações afirmativas\, para incluir grupos minoritários em processos seletivos e programas de bolsas de estudo. As organizações devem ser transparentes e responsáveis em relação às suas práticas de inclusão e diversidade\, divulgando publicamente seus compromissos e resultados. Este painel busca discutir como construir um campo mais justo\, inclusivo e diverso no investimento social privado no Brasil. \nModerador\nMafoane Odara – Líder de Recursos Humanos para América Latina da Meta \nPalestrantes\nAndre Degenszajn – Presidente no Instituto Ibirapitanga\nDaniel Bento Teixeira – Diretor Executivo na CEERT Equidade Racial e de Gênero\nCamila Asano – Diretora Executiva na Conectas Direitos Humanos\nKeilla Martins – Coordenadora no programa “Respeito Dá o Tom” \nLocal: Sala Verde
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SUMMARY:Filantropia na América Latina: desafios desde o sul global
DESCRIPTION:A filantropia\, compreendida enquanto mobilização de recursos privados à produção de bem público\, pode tanto ser capaz de alcançar esse fim primeiro a que se destina — de provocar a efetivação de mudanças sistêmicas\, de reparações sociais e orientada a promoção de um desenvolvimento sustentável e justo –\, quanto (também) perpetuar estruturas de poder que materializam e só aprofundam as desigualdades na sociedade. \nPráticas inovadoras podem alavancar relações mais horizontais\, simétricas e equânimes entre pessoas e organizações\, ressignificando a doação com impacto social de longo prazo. Nesse sentido\, novas formas de fazer filantropia passam pela valorização dos saberes\, das culturas e das formas de trabalho das organizações do sul global. Este painel tem o objetivo de compreender o que está nas agendas das filantropias de diferentes países da América Latina e como estas se relacionam com atores de outras regiões globais. \nAlgumas questões disparadoras das trocas neste painel tratam de mapear e entender os desafios que as organizações da região têm para torná-las mais atrativas para recursos internacionais\, sem perder sua autonomia e protagonismo no cenário filantrópico\, bem como refletir sobre as distintas formas de praticar filantropia na região. \nO painel será composto por organizações brasileiras e de outros países das Américas\, com mediação da WINGS. \nModerador\nBenjamin Bellegy – Diretor Executivo da WINGS \nPalestrantes\nCassio França – Secretário-geral no GIFE\nGracia Goya – Vice-presidente para América Latina na Hispanics in Philanthropy\nJavier García Moritán – Diretor Executivo no Grupo de Fundações e Empresas\nMaría Alejandra Ronderos – Gerente de alianças e relacionamento na AFE Colombia\nMônica de Roure – Vice-presidente de Relações Institucionais na BrazilFoundation\nRicardo Bucio Mújica – Presidente Executivo no Centro Mexicano para a Filantropia \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Filantropia comunitária: mobilização de atores diversos para a transformação
DESCRIPTION:Filantropia comunitária é uma abordagem da filantropia e do investimento social que reconhece e valoriza os saberes e ativos das comunidades\, conferindo a elas o poder de fazer escolhas e tomar decisões relacionadas ao uso dos recursos. Quando adotada por investidores sociais\, que apenas em 2020 mobilizaram mais de R$ 5\,3 bilhões de recursos privados para fins públicos segundo o Censo GIFE\, essa abordagem permite uma filantropia feita junto com a comunidade\, alterando as estruturas de poder\, reduzindo as desigualdades e gerando transformação de fato. \nA filantropia comunitária é ainda pouco incorporada nas estratégias do investimento social brasileiro. E 2022\, a Rede Comuá e o GIFE\, com o objetivo de fomentar a filantropia comunitária entre atores do investimento social e da filantropia\, iniciaram um projeto que identificou dez práticas da filantropia comunitária a serem adotadas pelo ISP\, que envolvem desde a promoção da autonomia das organizações apoiadas na gestão de recursos até a adoção de processos e mecanismos que facilitem o acesso a recursos e a prestação de contas por parte de organizações apoiadas. \nA mobilização de múltiplos atores é fundamental para gerar transformação nos territórios a partir do reconhecimento da potência das comunidades\, do trabalho em forma de parceria e da confiança\, pilares da filantropia comunitária. Este painel propõe-se\, então\, a refletir sobre as oportunidades e os desafios da mobilização de atores diversos para a transformação social. \nModeradora\nGraciela Hosptein – Diretora Executiva na Rede Comuá \nPalestrantes\nHarley Henriques – Fundador e Diretor Executivo no Fundo Positivo\nJair Resende – Superintendente Socioeducativo na Fundação FEAC\nLarissa Amorim – Coordenadora executiva da Casa Fluminense\nVinicius Ahmar – Gerente de Estratégia para Desenvolvimento Sustentável do Instituto Arapyaú \nLocal: Sala Vermelha
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SUMMARY:Bioeconomia como caminho para o desenvolvimento sustentável
DESCRIPTION:O Brasil é o país com a maior biodiversidade do mundo\, o que coloca sobre nós grande expectativa e responsabilidade quanto à preservação deste patrimônio natural. Os povos originários e especialistas têm defendido que a manutenção da floresta em pé é inegociável e que isso também oportuniza diversas possibilidades de empreendimentos socioeconômicos\, a partir de seu manejo sustentável. Empreendedores dos vários biomas brasileiros estão comprometidos com o uso sustentável deste ativo econômico\, contribuindo tanto para a conservação da biodiversidade\, quanto para a geração de trabalho e renda para as comunidades locais.  \nA bioeconomia tem como premissa a conservação integral do bioma\, a valorização dos conhecimentos locais e geracionais\, com distribuição justa dos benefícios econômicos a serem produzidos. Por sua essência empreendedora e criativa\, que dialoga com as realidades locais\, uma infinidade de experiências têm se constituído propriamente como vetor de transformação social para muitas pessoas e comunidades\, a partir de sua autonomia e protagonismo. \nO objetivo desta mesa é explorar o papel da filantropia e do investimento social privado na promoção da bioeconomia como uma alternativa para combater as disparidades sociais e atingir a sustentabilidade. \nMediadora\nGreta Salvi – Diretora na Latimpacto \nPalestrantes\nEllen Acioli – Coordenadora do Programa Vozes pela Ação Climática Justa na Fundación Avina\nMárcia Soares – Líder de Parcerias e Redes do Fundo Vale\nSelma Dealdina – Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos  (CONAQ)\nSergio Leitão – Fundador e Diretor no Instituto Escolhas \nLocal: Sala Laranja
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