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SUMMARY:Sessão de encerramento
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SUMMARY:Educação para a emergência climática: formando cidadãs e cidadãos para o desenvolvimento sustentável
DESCRIPTION:A emergência climática exige um engajamento amplo de atores e setores para enfrentar suas causas e efeitos\, afetando a vida das pessoas\, a economia e fóruns estratégicos. O Fórum Econômico de Davos\, que antes se concentrava na concertação de tendências econômicas\, agora se tornou um espaço de debate entre líderes internacionais sobre a crise climática. A participação crescente de organizações da sociedade civil e comunidades tradicionais nas edições da Cúpula Climática das Partes também pressiona os tomadores de decisão a ampliar o escopo das discussões sobre política climática\, incluindo perspectivas relacionadas às desigualdades agravadas pelo fenômeno. \nAs mudanças climáticas exigem ações coordenadas e abrangentes que reorientem o modelo de desenvolvimento vigente\, neutralizando emissões de carbono\, conservando florestas e ecossistemas\, promovendo adaptações no meio urbano para mitigar eventos climáticos extremos\, e promovendo práticas agrícolas mais sustentáveis e adequações no manejo de resíduos sólidos. \nA filantropia possui recursos limitados em comparação com as cifras governamentais\, mas possui capilaridade e dinamicidade para ativar inovações transformadoras\, produzindo soluções locais e conhecimento. No entanto\, a sociedade como um todo deve conscientizar-se e assumir a responsabilidade de garantir um presente e futuro sustentável ao planeta. Portanto\, que vias de contribuição podem ser exploradas pela filantropia para apoiar essa agenda contemporânea e urgente? \nMediadora\nMirela Sandrini – Diretora Regional na Porticus \nPalestrantes\nRebeca Otero – Coordenadora do setor de Educação da UNESCO\nThuane Nascimento (Thux) – Diretora Executiva no PerifaConnection\nTxai Suruí – Líder do Movimento da Juventude Indígena de Rondônia
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SUMMARY:Avaliações promotoras de equidades: o que fazemos e o que precisamos?
DESCRIPTION:No contexto de desigualdades estruturais presentes no Brasil\, agravado nos últimos anos pelas consequências da pandemia de Covid-19\, a filantropia passou\, cada vez mais\, a abarcar questões de equidade em suas operações\, investimentos e iniciativas. Vivemos também um cenário de mudança de paradigma na esfera pública federal\, oportunizando a construção de políticas direcionadas à redução destas desigualdades. \nEssas iniciativas de interesse público assumem o compromisso de enfrentar questões complexas\, sustentadas por uma cultura de preconceitos e privilégios internalizados individual e coletivamente que perpetuam a construção de uma sociedade social e economicamente assimétrica e desigual. \nProcessos avaliativos precisam acompanhar esse movimento\, servindo efetivamente como uma ferramenta potencializadora da redução das desigualdades no país. Cabe\, ao campo da avaliação refletir em que medida suas bases conceituais\, metodológicas e práticas necessitam ser revistas e aprimoradas para dar conta de tamanho desafio. \nEsta mesa trará para o debate as formas vigentes\, possíveis e desejáveis de se realizar avaliações para que sejam ferramentas indutoras de iniciativas mais potentes no combate às desigualdades. \nMediadora\nCamila Cirillo – Coordenadora da Agenda de Avaliação no GIFE \nPalestrantes\nLívia Magro – Gerente Executiva de Gestão do Conhecimento e Impacto na Liga Solidária\nMirela de Carvalho – Sec.-adjunta de Monitoramento e Avaliação do Governo Federal\nWalquíria Tibúrcio – Sócia da Move Social\nWesley Matheus – Diretor Colegiado da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação (RBMA) \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:ASG e os limites das estratégias das empresas para promoção de equidades
DESCRIPTION:Durante grande parte do século passado\, o desenvolvimento foi entendido unicamente como crescimento econômico\, mas na década de 1960\, esse modelo passou a ser questionado por estudos globais. Desde então\, foros nacionais e internacionais têm promovido a ideia de um novo modelo de desenvolvimento\, que incorpore aspectos sociais e ambientais\, conhecido como desenvolvimento sustentável. \nAs empresas têm sido cada vez mais chamadas a repensar suas estratégias e práticas para contribuir com um modelo de desenvolvimento mais sustentável. A crescente pressão dos investidores para que as empresas reportem seus resultados não financeiros vinculados a questões ambientais\, sociais e de governança (ASG) tem aumentado a presença da sigla “ASG” entre os tomadores de decisões. \nNesse contexto\, refletir sobre o papel e os caminhos possíveis das empresas\, institutos e fundações na promoção das equidades no Brasil é o objetivo central deste painel. É fundamental que as empresas percebam que sua atuação deve ir além dos objetivos financeiros e se comprometerem com ações concretas de promoção da sustentabilidade e equidade. \nMediadora\nPatricia Loyola – Diretora de Gestão e Investimento Social Corporativo na Comunitas \nPalestrantes\nFábio Alperowitch – Fundador da FAMA Investimentos\nGuibson Trindade – Gerente Executivo na Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial\nHerik Marques – Diretor Superintendente na Fundação ArcelorMittal\nMarisa Santana – Gerente de Impacto Social em ESG no Instituto Nu \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Alcances e desafios da Filantropia Familiar na redução de desigualdades
DESCRIPTION:Definimos filantropia e investimento social como alocação voluntária de recursos privados para fins públicos\, recursos financeiros e não financeiros. Famílias que estruturam institutos e fundações\, em geral\, buscam propagar seus valores e deixar seus legados. O ISP familiar\, no ambiente do GIFE\, tem sido reconhecido por sua flexibilidade e abertura à inovação\, sobretudo quanto às causas apoiadas e a preocupação em mitigar as desigualdades existentes no país. Algumas famílias também têm buscado tornar acessível ao público seus acervos e coleções\, tarefa pouco estimulada pelo ambiente legal\, que impõe taxas ao invés de estímulos para esse tipo de doação. \nNeste painel\, teremos a oportunidade de ouvir representantes do ISP familiar que atuam de diferentes maneiras\, sejam aqueles que financiam a sociedade civil organizada\, aqueles que operam seus projetos próprios e aqueles que passaram a disponibilizar ao público em geral seus legados\, colocando seus acervos e temas de interesse na ordem do dia. A partir de diferentes estratégias\, a proposta da mesa é uma conversa franca sobre o papel que as famílias filantrópicas podem desempenhar na redução das desigualdades e no apoio às causas estratégicas. \nMediadora\nInês Mindlin Lafer – Idealizadora do Confluentes e diretora no Instituto Betty e Jacob Lafer \nPalestrantes\nBeatriz Bracher – Fundadora do Instituto Galo da Manhã\nBianca Santana – Diretora-executiva na Casa Sueli Carneiro\nJuliano Salgado – Vice-presidente no Instituto Terra\nLuciano Cerqueira – Coordenador de Projetos da Samambaia.org \nLocal: Sala Verde
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SUMMARY:Desafios regulatórios do financiamento e da participação da sociedade civil
DESCRIPTION:Organizações da sociedade civil (OSC’s) fazem parte do tecido social de qualquer nação democrática que outorga a seus cidadãos e cidadãs o direito de contribuir e participar ativamente da vida cívica do país. São indivíduos que se associam com o desejo de formular\, implementar\, avaliar ou monitorar projetos ou políticas públicas\, em uma miríade de causas. \nSão centenas de milhares dessas organizações\, de variados portes e estruturas. Com focos e modos de atuação distintos entre si. O que assinala a diversidade do Terceiro Setor no Brasil — e\, ao mesmo tempo\, sua enorme riqueza. \nApoiar a sustentabilidade dessas organizações\, bem como suportar a condição de livre atuação delas\, deve ser imperativo. Esse setor se propõe a contribuir com a esfera pública e precisa de recursos que legitimam e sustentam suas ações. \nAssim\, essa mesa visa a discutir e atualizar as agendas postas\, no que diz respeito ao fortalecimento das OSC’s e\, dessa forma\, avançar nessa via de contribuição com a democracia brasileira nos próximos anos. \nMediadora\nFlávia Regina de Souza Oliveira – Advogada e sócia da Mattos Filho \nPalestrantes\nAllyne Andrade – Superintendente-adjunta no Fundo Brasil de Direitos Humanos\nAthayde Motta – Diretor-geral no Ibase\nIgor Ferrer – Secretaria Geral da Presidência da República\nLaís de Figueirêdo Lopes – Presidente da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB \nLocal: Sala Vermelha
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SUMMARY:Credenciamento 14/4
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SUMMARY:18h Celebração de 28 anos do GIFE e Lançamento da plataforma Conjunta
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SUMMARY:Colaboração no ecossistema de impacto
DESCRIPTION:O capital filantrópico tem um papel importante no apoio e fomento aos negócios de impacto e no fortalecimento dos ecossistemas de impacto no Brasil. Em 2020\, segundo o Censo GIFE\, 56% dos investidores sociais respondentes tiveram algum tipo de envolvimento com o campo de negócios de impacto. Porém\, somente 1% do total orçamentário do investimento social foi direcionado para o desenvolvimento\, promoção ou apoio aos negócios de impacto. \nApesar dos avanços observados no campo nos últimos anos\, a mobilização de mais capital filantrópico para o ecossistema de impacto ainda é um desafio. Nesse sentido\, urge a necessidade de um trabalho mais coordenado entre investidores sociais e todo ecossistema\, que vem se materializando na forma de alianças\, coalizões e outros formatos de atuação colaborativa. \nA proposta desta mesa é refletir sobre os dilemas e desafios colocados atualmente no ecossistema de impacto\, com a colaboração como elemento central do debate. \nMediadora\nFernanda Bombardi- Vice-diretora do Instituto de Cidadania Empresarial \nPalestrantes\nAdriana Barbosa – CEO na PretaHub\nAndrea Azevedo – Diretora no Fundo JBS pela Amazônia\nEmanuelly Oliveira – Fundadora e educadora no Social Brasilis\nGuilherme Karam – Gerente de Economia da Biodiversidade na Fundação Grupo Boticário \nLocal: Sala Vermelho
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SUMMARY:Inclusão produtiva e promoção de trabalho digno
DESCRIPTION:Segundo as sucessivas edições do Censo GIFE\, a agenda de inclusão econômica voltada para o conjunto de iniciativas de promoção do emprego\, trabalho\, renda e empreendedorismo\, é uma das mais trabalhadas pelo Investimento Social Privado. Com efeito\, a garantia da inserção produtiva é uma das mais eficientes formas de se assegurar direitos diversos\, promover o desenvolvimento sustentável e principalmente enfrentar as desigualdades em suas múltiplas dimensões. \nO Brasil convive com desafios históricos e estruturais de inclusão produtiva. O país fechou 2022 com um contingente de 8\,6 milhões de desocupados\, 4 milhões de desalentados e uma taxa de subutilização (indicador composto pelo percentual de pessoas desocupadas\, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e a força de trabalho potencial) da ordem de 18\,5%. A estes indicadores se somam as lentes das desigualdades. Quando observados na desagregação\, os dados revelam que mulheres\, negros e jovens\, além das populações das regiões norte e nordeste\, são as mais afetadas pelo desemprego\, subemprego e desigualdades salariais. \nNão bastassem os desafios históricos\, avizinham-se outros enfrentamentos eminentes como o rápido envelhecimento da população e as mudanças climáticas que interpõem agendas como a transição justa para uma economia de baixo carbono\, a organização de uma economia do cuidado\, a promoção do trabalho digno e a aprendizagem ao longo da vida. \nComo o ISP vem se preparando para encarar essa sobreposição de desafios? Que caminhos e estratégias estão sendo trilhadas e que iniciativas estão sendo ou devem e precisam ser implementadas pela filantropia para promover a inserção produtiva e o trabalho digno? \nMediadora\nVivianne Naigeborin – Superintendente na Fundação Arymax \nPalestrantes\nAna Valéria Araújo – Superintendente no Fundo Brasil de Direitos Humanos\nMaitê Lourenço – Fundadora da BlackRocks\nNadja Brandão – Diretora Executiva na {reprograma}\nRafael Gioielli – Gerente Geral no Instituto Votorantim
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SUMMARY:Investimento Social e SUS: fortalecendo a saúde pública
DESCRIPTION:A agenda pública de saúde foi alçada a um patamar inédito nos últimos anos\, não apenas pela emergência global da pandemia de covid-19\, mas por uma conjunção de elementos que reforçam sua centralidade. Grandes questões como cobertura vacinal\, nutrição e segurança alimentar\, desigualdades\, envelhecimento da população e avanço das doenças crônicas não-transmissíveis\, primeira infância\, saúde mental\, entre diversas outras desafiam a sociedade e são atravessadas pelas políticas públicas de saúde\, pelas capacidades e organização dos governos em dar conta destes e outros desafios. \nNeste cenário\, o SUS foi a peça fundamental para que o ISP pudesse fazer uma contribuição efetiva. Por isso\, é imperativo que o SUS seja defendido e fortalecido. Por outro lado\, as conquistas\, avanços e essencialidade do SUS também são equivalentes aos seus desafios. A pretensão a uma política pública universal encontra uma série de obstáculos que marcam as diversas dimensões da desigualdade e acesso à saúde pública de qualidade para parcelas substanciais da população\, em especial as historicamente mais desfavorecidas. O subfinanciamento do SUS nos últimos anos vem ameaçando a continuidade\, impacto e eficácia de programas e políticas públicas importantes. O esvaziamento de instrumentos de governança e coordenação regional geram larga ineficiência na aplicação dos recursos públicos. A atenção primária de saúde precisa ser expandida garantindo meios e recursos para assegurar o acesso efetivo da população\, sobretudo os mais vulneráveis à saúde. \nEntre aprendizados e desafios\, quais caminhos precisam ser percorridos para fortalecer o SUS? Que instrumentos e oportunidades estão colocados e qual o papel que o ISP pode e deve desempenhar neste sentido? \nMediadora\nEvelyn Santos – Coordenadora de Projetos na Umane \nPalestrantes\nCarla Reis – Departamento do Complexo Industrial e de Serviços de Saúde do BNDES\nDaniel Soranz – Pesquisador da Fiocruz e Deputado Federal\nDiana Anunciação Santos – Socióloga e Vice-presidente da Abrasco\nDenize Ornelas – GT Saúde da População Negra da Sociedade Brasileira de Medicina da Família e Comunidade\nRebeca Freitas – Diretora de Relações Institucionais no IEPS \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:Fronteiras da agenda pública de educação: compromisso com a promoção de equidades
DESCRIPTION:Durante o último governo\, em quatro anos\, o Brasil teve 4 ministros da educação e uma vacância de ministros por 1 mês. A rotatividade de ministros\, somada às dificuldades geradas pela pandemia foram marcantes para a efetividade das políticas públicas de Educação no plano federal. Em paralelo\, as Secretarias de Educação nos estados e municípios também precisaram demonstrar enorme resiliência\, criatividade\, liderança e abertura a parcerias por conta do distanciamento social imposto pela pandemia. Frente a esse quadro\, o país hoje se vê com urgência em recuperar o tempo esvaído. \nÉ neste cenário que a pauta da Educação seguiu correspondendo à maior proporção de associados GIFE trabalhando por uma temática – 78% dos investidores sociais têm iniciativas em Educação\, segundo o Censo GIFE 2020. É o principal tema ao qual se dirige os recursos e atenção da filantropia no Brasil há mais de 20 anos. \nNeste cenário e à luz de uma reflexão retrospectiva\, como pode ser enfocado o trabalho do ISP atuante em Educação\, com vistas a alicerçar políticas educacionais efetivas para o alcance de uma educação transformadora a todos alunos e alunas das escolas públicas brasileiras? \nMediador\nFernando Luiz Abrucio – Professor e pesquisador da FGV e colunista Valor Econômico \nPalestrantes\nEdnéia Gonçalves – Socióloga e educadora da Ação Educativa\nGiovani Rocha – Co-fundador na Mahin Consultoria Antirracista\nPatricia Mota Guedes – Superintendente do Itaú Social \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Democracia e Interseccionalidades de gênero\, raça e clima
DESCRIPTION:Não há a possibilidade de o Brasil fortalecer a sua democracia se as políticas públicas não forem formuladas considerando a interseccionalidade de gênero\, raça e clima. A desigualdade de gênero é um problema persistente em diversos aspectos da vida social e que afeta profundamente mulheres e pessoas trans. Elas frequentemente enfrentam obstáculos e violências que impedem o exercício pleno de seus direitos\, incluindo o direito ao próprio corpo\, à cidadania e à autonomia – fundamentais numa democracia\, que deve zelar pela igualdade de direitos e oportunidade para todas as pessoas. Esses desafios são transversais e afetam as relações em variados espaços institucionais e não-formais\, e acabam violando o direito à vida em sua plenitude. \nNesse sentido\, a interseccionalidade de gênero\, raça e clima é uma abordagem que ajuda a compreender as múltiplas formas de opressão e desigualdade que afetam os indivíduos cotidianamente. Essas dimensões podem se manifestar de diferentes maneiras na sociedade\, como por exemplo\, a falta de acesso à água e recursos naturais para comunidades periféricas\, que frequentemente são compostas por pessoas negras e/ou mulheres. Portanto\, uma democracia  deve incorporar as dimensões interseccionais na construção da agenda e de políticas públicas e também na tomada de decisões\, promovendo assim a justiça social e a igualdade para todos os cidadãos e cidadãs. \nAssim\, a proposta deste painel é refletir sobre quais premissas e estratégias precisam ser incorporadas para que a questão de gênero e suas interseccionalidades estejam presentes na agenda que busca fortalecer a democracia. Ao mesmo tempo\, inferir qual o papel que o investimento social privado pode desempenhar nessa construção coletiva. \nMediadora\nDadá Baniwaa – Coordenadora do Departamento de Mulheres Indígenas da Foirn \nPalestrantes\nAmalia Fischer – Diretora Geral no ELAS+ Doar paraTransforma\nFernanda Lopes – Diretora de Programa do Fundo Baobá para Equidade Racial\nLam Matos – Coordenador Nacional do Instituto Brasileiro de Transmasculinidades\nVanessa Purper – Coordenadora no Fundo Casa Socioambiental \nLocal: Sala Vermelha
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SUMMARY:Juventudes: protagonistas do presente e do futuro
DESCRIPTION:Em 2023\, o Estatuto da Juventude completa 10 anos como marco na promoção dos direitos das pessoas de 15 a 29 anos no Brasil. No entanto\, o contexto das juventudes tem se deteriorado\, apesar do aumento de organizações e coalizões voltadas para essa faixa etária. É necessário considerar a grande diversidade entre os jovens\, suas realidades e necessidades específicas para apoiar a construção de seus planos de vida.  \nEsta mesa tem como objetivo discutir perspectivas para os jovens nos próximos dez anos e como a filantropia e o Investimento Social Privado podem contribuir para impulsionar esse futuro. \nMediadora\nKarina Penha – Coordenadora de Mobilização da Campanha Amazônia de Pé no NOSSAS \nPalestrantes\nErica Fortuna – Gerente Departamental de Relações Institucionais da Fundação Bradesco\nIago Hairon – Oficial de Programa Sênior em Justiça Climática na Open Society Foundations\nManuella Donato – Consultora de Projetos no Fundo Malala\nTatiana de Jesus Pereira Ferreira – Secretária de Estado de Juventude do Maranhão \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:Filantropia e políticas públicas: pelo fortalecimento dos direitos de crianças e adolescentes
DESCRIPTION:A garantia dos direitos de crianças e adolescentes sempre foi uma das agendas centrais do Investimento Social Privado. No entanto\, nos últimos anos\, essa agenda enfrentou muitas adversidades\, incluindo a pandemia de Covid-19\, que prejudicou o sistema de garantia de direitos e dificultou a denúncia de abusos. Além disso\, os conselhos de direitos sofreram ataques e tentativas de esvaziamento\, e as violações de direitos afetam desproporcionalmente crianças e adolescentes negros. \nApesar desses obstáculos\, a sociedade civil e a filantropia mostraram força e capacidade de organização para assegurar a prioridade absoluta dos direitos de crianças e adolescentes. Iniciativas como a Agenda 227 e a Pesquisa de Fortalecimento dos Conselhos de Direitos foram fundamentais para pautar essa questão nos principais espaços públicos. \nNo entanto\, a desigualdade social e as lacunas na gestão e nas práticas dos conselhos e organismos públicos ainda representam desafios para a efetiva garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Segundo pesquisa recente do Unicef\, 32 milhões de crianças e adolescentes vivem em situação de pobreza no Brasil. \nDiante desses desafios\, é importante refletir sobre os próximos passos para fortalecer os direitos de crianças e adolescentes\, bem como o papel da filantropia em articular as políticas públicas. \nMediador\nRaul Araújo – Presidente do IBDCRIA \nPalestrantes\nAriel de Castro Alves – Secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente\nFrancinéa Dias – Secretária de Assistência Social e Articuladora Municipal do Selo Unicef\nIsabella Henriques – Diretora-executiva no Alana\nLucas Lopes – Secretário-executivo na Coalizão pelo Fim da Violência\nMiriam Pragita – Diretora executiva na ANDI – Comunicação e Direitos \nLocal: Sala Verde
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SUMMARY:Equidade de gênero e raça: interseccionalidades na América Latina
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SUMMARY:Possibilidades para um Brasil sem fome e miséria
DESCRIPTION:33 milhões! Este é o número de brasileiros e brasileiras que sofrem de insegurança alimentar grave – situação em que não é possível fazer nenhuma refeição durante um dia ou mais – segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Nos últimos 8 anos\, o país viveu momentos de aumento de desemprego e de inflação\, precarização do trabalho\, inflação em alta\, baixa remuneração de trabalhadores\, retirada de direitos sociais e diminuição de prioridade de programas sociais são fatores que contribuíram com esse número alarmante de insegurança alimentar grave.  \nEsta mesa se propõe a compreender quais são as reais possibilidades de o país não conviver mais com a fome e a miséria. É sustentável garantir segurança alimentar para toda a população brasileira? Qual o papel que o investimento social (privado e público)\, as empresas e organizações da sociedade civil têm para que a fome e a miséria não estejam mais presentes – de forma perene e duradoura – na vida cotidiana do país? \nMediadora\nMônica Pinto – Chefe de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância \nPalestrantes\nHelio Santos – Presidente do Conselho da OXFAM BRASIL\nMalu Paiva – Vice-Presidente Executiva de Sustentabilidade na Vale\nMarcelo Neri – Diretor do FGV Social e Professor da EPGE\nMariana Macário – Gerente de políticas públicas da Ação pela Cidadania \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Saúde mental na gestão e atuação da filantropia brasileira
DESCRIPTION:Em um contexto de desigualdades sociais\, o tema da saúde mental vem ganhando evidência\, principalmente com os efeitos da pandemia de Covid-19. Estudiosos fazem conexões entre o modelo socioeconômico vigente\, que contribui para acentuar tais desigualdades\, e os sofrimentos psíquicos crescentes na população. \nAs relações de trabalho têm grande papel nesse contexto e influenciam em diversas questões que impactam a saúde mental dos colaboradores\, reforçando aspectos como desequilíbrios nas relações de poder\, racismo institucional\, entre outros. \nO papel da filantropia na promoção da saúde mental como pilar de atuação pode ser importante alavanca para a redução de desigualdades e para a promoção da equidade. Sendo assim\, essa mesa pretende sensibilizar as organizações em relação à importância de ampliar o debate sobre prevenção de transtornos e promoção de saúde mental\, tanto pensando na gestão interna quanto em suas estratégias de atuação e investimentos. \nPalestrantes\nClélia Prestes – Coordenadora de Formação no AMMA Psique e Negritude\nChristian Ingo Lenz Dunker – Coordenador no Laboratório de Teoria Social\, Filosofia e Psicanálise\nDaniel Soranz – Pesquisador da Fiocruz e Deputado Federal\nLuciana Barrancos – Gerente Executiva no Instituto Cactus\nTide Setubal – Coordenadora de Projeto Territórios Clínicos na Fundação Tide Setubal \nLocal Sala: Azul
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SUMMARY:Produção de informação e desinformação num país polarizado
DESCRIPTION:As notícias falsas tiveram um forte impacto nas eleições recentes do Brasil\, bem como em outros países\, e se disseminam rapidamente através das mídias sociais. Embora não seja um fenômeno novo\, especialistas em comunicação afirmam que vivemos na era da pós-verdade\, na qual as crenças pessoais e as emoções têm mais influência na formação da opinião do indivíduo do que os fatos objetivos. Essa nova forma de “se informar” pode desafiar os processos democráticos\, já que a desinformação contribui para desqualificar poderes ou iniciativas do poder público. \nFrente a esse cenário\, é importante considerar como as mídias tradicionais e alternativas podem contribuir para sustentar a produção de informações baseadas em fatos objetivos e evidências. No curto prazo\, pode ser difícil reverter o cenário atual\, mas medidas podem ser tomadas para minimizar seus efeitos negativos? A regulação das mídias digitais pode ser um meio importante para proteger a democracia? Qual é o papel ativo das organizações da sociedade civil e do investimento social privado para qualificar o debate público e manter um ambiente pacificado entre aqueles que têm visões opostas sobre o país? Essas inquietações serão o pano de fundo deste painel. \nMediador\nRafael Georges – Representante da Luminate no Brasil \nPalestrantes\nAndré Dias – Diretor de Relações Institucionais e Projetos Especiais da Globo\nFernanda Martins – Diretora do InternetLab\nJoão Brant – Secretário de Políticas Digitais na SECOM/Presidência da República\nNina da Hora – Fundadora do Instituto da Hora\nVinicius Martins – Cofundador e gerente audiovisual da Alma Preta Jornalismo \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:Conhecimento: Observatório do Investimento Social
DESCRIPTION:Mesa simultânea \nO universo de Investimento Social Privado e Filantropia no Brasil envolve a mobilização e direcionamento de recursos para apoiar terceiros e executar projetos próprios em diversas áreas. Produzir e analisar dados para gerar conhecimento é o foco de pesquisas na área\, que visam orientar e promover conceitos e práticas. Um Grupo de Conhecimento liderado pelo GIFE desde 2018 tem atuado nesse sentido\, buscando ampliar o número de pesquisadores para articular e fortalecer um campo mais consolidado e robusto de estudos\, o chamado Observatório do ISP.  \nNeste contexto\, essa mesa se propõe a: i. apresentar as diferentes estratégias de fomento\, produção e disseminação de conhecimento já existentes; ii. debater acerca das agendas de produções atuais e futuras no campo do ISP e iii. refletir sobre o papel que a produção de conhecimento tem para enfrentar as estruturas de desigualdades. \nMediador\nCássio Aoqui – Sócio-fundador da ponteAponte \nPalestrantes\nCarolina Martinez – Diretora-geral na Stanford Social Innovation Review Brasil\nGelson Henrique – Coordenador executivo na Iniciativa PIPA\nMarcio Black – Coordenador de Projetos no Instituto Peregum\nMarcos Paulo Lucca Silveira – Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Filantropia da FJLES\nPaula Fabiani – CEO no IDIS
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SUMMARY:Quando o grantmaking contribui (ou não) para superar desigualdades?
DESCRIPTION:O grantmaking é uma estratégia de atuação do investimento social e das filantropias que consiste no repasse de recursos financeiros\, de forma estruturada\, para organizações ou iniciativas de interesse público\, diferenciando-se assim da execução de projetos próprios. Doar de forma estruturada é uma estratégia de atuação fundamental para o fortalecimento das organizações da sociedade civil. \nPorém\, não podemos assumir que todo grantmaking necessariamente contribui para o enfrentamento das desigualdades. O como se doa e o que se produz a partir dessa doação são parte fundamental de uma estratégia de grantmaking realmente transformadora. Portanto\, a conversa deste painel será em torno das diferentes estratégias e práticas existentes e possíveis no grantmaking\,  refletindo sobre quando o grantmaking contribui para superar as desigualdades e quando ele reforça as estruturas que perpetuam as desigualdades. \nMediador\nRaull Santiago – Fundador da Iniciava PIPA e Faísca Incentivos Plurais \nPalestrantes\nCarola Matarazzo – Diretora Executiva no Movimento Bem Maior\nDiane Pereira Sousa – Presidenta do Instituto da Baixada\nFábio Tran – Venture Partner na Imaginable Futures\nRodrigo Pipponzi – Presidente do Conselho do Grupo MOL e Instituto ACP \nLocal: Sala Vermelha \n 
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SUMMARY:Plenária: O Investimento Social está pronto para promover equidade racial?
DESCRIPTION:Embora a Constituição Federal de 1988 declare a promoção do bem de todos como um objetivo fundamental da República Federativa do Brasil\, é inegável que o país possui estruturas que perpetuam a desigualdade racial. A história do Brasil é marcada pela expropriação da força de trabalho e da inteligência da população negra\, o que resultou em privilégios a pessoas brancas e na desqualificação da cultura negra. \nGovernos\, empresas e organizações da sociedade civil têm responsabilidade na busca da equidade racial em nosso país. As políticas públicas\, a contratação de profissionais negros e ações de conscientização são algumas das medidas que devem ser tomadas. As organizações da sociedade civil também devem compor equipes mais diversas e incluir ações que levem em conta essa iniquidade em nossa população. \nO primeiro passo a ser dado é reconhecer o racismo como estrutural em nossa sociedade. Há uma gama de caminhos possíveis a serem incorporados\, seja no corpo organizacional\, seja em suas atuações. O Investimento Social está pronto para as transformações necessárias nesse processo? \nMediadora\nPaula Miraglia – Diretora Geral do Nexo Jornal e da Gama Revista \nPalestrantes\nAnielle Franco – Ministra da Igualdade Racial\nDouglas Belchior – Fundador da Uneafro\nGiovanni Harvey – Diretor Executivo no Fundo Baobá para a Equidade Racial\nRicardo Henriques – Superintendente Executivo no Instituto Unibanco
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SUMMARY:Credenciamento - 13/4
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SUMMARY:Atividade cultural seguida de debate com a proposta de promover reflexões sobre o enfrentamento das desigualdades
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SUMMARY:Bioeconomia como caminho para o desenvolvimento sustentável
DESCRIPTION:O Brasil é o país com a maior biodiversidade do mundo\, o que coloca sobre nós grande expectativa e responsabilidade quanto à preservação deste patrimônio natural. Os povos originários e especialistas têm defendido que a manutenção da floresta em pé é inegociável e que isso também oportuniza diversas possibilidades de empreendimentos socioeconômicos\, a partir de seu manejo sustentável. Empreendedores dos vários biomas brasileiros estão comprometidos com o uso sustentável deste ativo econômico\, contribuindo tanto para a conservação da biodiversidade\, quanto para a geração de trabalho e renda para as comunidades locais.  \nA bioeconomia tem como premissa a conservação integral do bioma\, a valorização dos conhecimentos locais e geracionais\, com distribuição justa dos benefícios econômicos a serem produzidos. Por sua essência empreendedora e criativa\, que dialoga com as realidades locais\, uma infinidade de experiências têm se constituído propriamente como vetor de transformação social para muitas pessoas e comunidades\, a partir de sua autonomia e protagonismo. \nO objetivo desta mesa é explorar o papel da filantropia e do investimento social privado na promoção da bioeconomia como uma alternativa para combater as disparidades sociais e atingir a sustentabilidade. \nMediadora\nGreta Salvi – Diretora na Latimpacto \nPalestrantes\nEllen Acioli – Coordenadora do Programa Vozes pela Ação Climática Justa na Fundación Avina\nMárcia Soares – Líder de Parcerias e Redes do Fundo Vale\nSelma Dealdina – Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos  (CONAQ)\nSergio Leitão – Fundador e Diretor no Instituto Escolhas \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:Filantropia comunitária: mobilização de atores diversos para a transformação
DESCRIPTION:Filantropia comunitária é uma abordagem da filantropia e do investimento social que reconhece e valoriza os saberes e ativos das comunidades\, conferindo a elas o poder de fazer escolhas e tomar decisões relacionadas ao uso dos recursos. Quando adotada por investidores sociais\, que apenas em 2020 mobilizaram mais de R$ 5\,3 bilhões de recursos privados para fins públicos segundo o Censo GIFE\, essa abordagem permite uma filantropia feita junto com a comunidade\, alterando as estruturas de poder\, reduzindo as desigualdades e gerando transformação de fato. \nA filantropia comunitária é ainda pouco incorporada nas estratégias do investimento social brasileiro. E 2022\, a Rede Comuá e o GIFE\, com o objetivo de fomentar a filantropia comunitária entre atores do investimento social e da filantropia\, iniciaram um projeto que identificou dez práticas da filantropia comunitária a serem adotadas pelo ISP\, que envolvem desde a promoção da autonomia das organizações apoiadas na gestão de recursos até a adoção de processos e mecanismos que facilitem o acesso a recursos e a prestação de contas por parte de organizações apoiadas. \nA mobilização de múltiplos atores é fundamental para gerar transformação nos territórios a partir do reconhecimento da potência das comunidades\, do trabalho em forma de parceria e da confiança\, pilares da filantropia comunitária. Este painel propõe-se\, então\, a refletir sobre as oportunidades e os desafios da mobilização de atores diversos para a transformação social. \nModeradora\nGraciela Hosptein – Diretora Executiva na Rede Comuá \nPalestrantes\nHarley Henriques – Fundador e Diretor Executivo no Fundo Positivo\nJair Resende – Superintendente Socioeducativo na Fundação FEAC\nLarissa Amorim – Coordenadora executiva da Casa Fluminense\nVinicius Ahmar – Gerente de Estratégia para Desenvolvimento Sustentável do Instituto Arapyaú \nLocal: Sala Vermelha
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SUMMARY:Filantropia na América Latina: desafios desde o sul global
DESCRIPTION:A filantropia\, compreendida enquanto mobilização de recursos privados à produção de bem público\, pode tanto ser capaz de alcançar esse fim primeiro a que se destina — de provocar a efetivação de mudanças sistêmicas\, de reparações sociais e orientada a promoção de um desenvolvimento sustentável e justo –\, quanto (também) perpetuar estruturas de poder que materializam e só aprofundam as desigualdades na sociedade. \nPráticas inovadoras podem alavancar relações mais horizontais\, simétricas e equânimes entre pessoas e organizações\, ressignificando a doação com impacto social de longo prazo. Nesse sentido\, novas formas de fazer filantropia passam pela valorização dos saberes\, das culturas e das formas de trabalho das organizações do sul global. Este painel tem o objetivo de compreender o que está nas agendas das filantropias de diferentes países da América Latina e como estas se relacionam com atores de outras regiões globais. \nAlgumas questões disparadoras das trocas neste painel tratam de mapear e entender os desafios que as organizações da região têm para torná-las mais atrativas para recursos internacionais\, sem perder sua autonomia e protagonismo no cenário filantrópico\, bem como refletir sobre as distintas formas de praticar filantropia na região. \nO painel será composto por organizações brasileiras e de outros países das Américas\, com mediação da WINGS. \nModerador\nBenjamin Bellegy – Diretor Executivo da WINGS \nPalestrantes\nCassio França – Secretário-geral no GIFE\nGracia Goya – Vice-presidente para América Latina na Hispanics in Philanthropy\nJavier García Moritán – Diretor Executivo no Grupo de Fundações e Empresas\nMaría Alejandra Ronderos – Gerente de alianças e relacionamento na AFE Colombia\nMônica de Roure – Vice-presidente de Relações Institucionais na BrazilFoundation\nRicardo Bucio Mújica – Presidente Executivo no Centro Mexicano para a Filantropia \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Enfrentando as desigualdades nas organizações do Investimento Social
DESCRIPTION:Ainda que seja possível encontrar negros\, mulheres\, indígenas e pessoas com deficiência em posições de liderança em organizações de investimento social privado no Brasil\, há muito a ser feito para se assegurar a igualdade de oportunidades e a promoção da diversidade nessas instituições. Afinal\, a desigualdade no país é um problema complexo e multifacetado\, que afeta vários setores da sociedade – e o ecossistema filantrópico não está fora disso. \nPara promover a diversidade e a igualdade de oportunidades nas organizações filantrópicas\, é preciso reconhecer que as disparidades existentes estão relacionadas a vieses nas escolhas e ao poder. É crucial adotar medidas concretas\, como ações afirmativas\, para incluir grupos minoritários em processos seletivos e programas de bolsas de estudo. As organizações devem ser transparentes e responsáveis em relação às suas práticas de inclusão e diversidade\, divulgando publicamente seus compromissos e resultados. Este painel busca discutir como construir um campo mais justo\, inclusivo e diverso no investimento social privado no Brasil. \nModerador\nMafoane Odara – Líder de Recursos Humanos para América Latina da Meta \nPalestrantes\nAndre Degenszajn – Presidente no Instituto Ibirapitanga\nDaniel Bento Teixeira – Diretor Executivo na CEERT Equidade Racial e de Gênero\nCamila Asano – Diretora Executiva na Conectas Direitos Humanos\nKeilla Martins – Coordenadora no programa “Respeito Dá o Tom” \nLocal: Sala Verde
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SUMMARY:Plenária: Democracia em risco e o papel da Sociedade Civil
DESCRIPTION:Nos últimos anos\, o mundo ocidental foi marcado por diversos movimentos que ameaçaram instituições democráticas e símbolos importantes. Manifestantes na França ameaçavam invadir o Palácio do Eliseu e vandalizaram o Arco do Triunfo\, enquanto na Alemanha houve uma tentativa de ataque ao Reichstag. Em Washington\, houve a invasão do Capitólio por pessoas que não aceitavam a vitória do presidente Biden. No Brasil\, em 08 de janeiro de 2021\, ocorreu um ataque sem precedentes com a invasão de prédios na Praça dos Três Poderes\, símbolos de nossa democracia\, por um grupo de pessoas que não aceitou o resultado da eleição presidencial. \nSegundo uma pesquisa Datafolha realizada em outubro de 2022\, preservar e fortalecer a democracia é considerado um imperativo por 80% da população brasileira – o maior percentual da série histórica iniciada em 1989. Nesse contexto\, qual é o papel da sociedade civil organizada no processo de construção da democracia no dia a dia? Em que medida o fortalecimento das organizações da sociedade civil é condição necessária e suficiente para preservar a democracia? \nMediador\nAtila Roque – Diretor da Fundação Ford no Brasil \nPalestrantes\nConrado Hübner Mendes – Professor Direito USP e Pesquisador LAUT\nNeca Setubal – Presidente do Conselho Curador da Fundação Tide Setubal\nStephen Hawkins – Diretor de pesquisa na More in Common\nCida Bento – Fundadora do CEERT \n 
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