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SUMMARY:Alcances e desafios da Filantropia Familiar na redução de desigualdades
DESCRIPTION:Definimos filantropia e investimento social como alocação voluntária de recursos privados para fins públicos\, recursos financeiros e não financeiros. Famílias que estruturam institutos e fundações\, em geral\, buscam propagar seus valores e deixar seus legados. O ISP familiar\, no ambiente do GIFE\, tem sido reconhecido por sua flexibilidade e abertura à inovação\, sobretudo quanto às causas apoiadas e a preocupação em mitigar as desigualdades existentes no país. Algumas famílias também têm buscado tornar acessível ao público seus acervos e coleções\, tarefa pouco estimulada pelo ambiente legal\, que impõe taxas ao invés de estímulos para esse tipo de doação. \nNeste painel\, teremos a oportunidade de ouvir representantes do ISP familiar que atuam de diferentes maneiras\, sejam aqueles que financiam a sociedade civil organizada\, aqueles que operam seus projetos próprios e aqueles que passaram a disponibilizar ao público em geral seus legados\, colocando seus acervos e temas de interesse na ordem do dia. A partir de diferentes estratégias\, a proposta da mesa é uma conversa franca sobre o papel que as famílias filantrópicas podem desempenhar na redução das desigualdades e no apoio às causas estratégicas. \nMediadora\nInês Mindlin Lafer – Idealizadora do Confluentes e diretora no Instituto Betty e Jacob Lafer \nPalestrantes\nBeatriz Bracher – Fundadora do Instituto Galo da Manhã\nBianca Santana – Diretora-executiva na Casa Sueli Carneiro\nJuliano Salgado – Vice-presidente no Instituto Terra\nLuciano Cerqueira – Coordenador de Projetos da Samambaia.org \nLocal: Sala Verde
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SUMMARY:ASG e os limites das estratégias das empresas para promoção de equidades
DESCRIPTION:Durante grande parte do século passado\, o desenvolvimento foi entendido unicamente como crescimento econômico\, mas na década de 1960\, esse modelo passou a ser questionado por estudos globais. Desde então\, foros nacionais e internacionais têm promovido a ideia de um novo modelo de desenvolvimento\, que incorpore aspectos sociais e ambientais\, conhecido como desenvolvimento sustentável. \nAs empresas têm sido cada vez mais chamadas a repensar suas estratégias e práticas para contribuir com um modelo de desenvolvimento mais sustentável. A crescente pressão dos investidores para que as empresas reportem seus resultados não financeiros vinculados a questões ambientais\, sociais e de governança (ASG) tem aumentado a presença da sigla “ASG” entre os tomadores de decisões. \nNesse contexto\, refletir sobre o papel e os caminhos possíveis das empresas\, institutos e fundações na promoção das equidades no Brasil é o objetivo central deste painel. É fundamental que as empresas percebam que sua atuação deve ir além dos objetivos financeiros e se comprometerem com ações concretas de promoção da sustentabilidade e equidade. \nMediadora\nPatricia Loyola – Diretora de Gestão e Investimento Social Corporativo na Comunitas \nPalestrantes\nFábio Alperowitch – Fundador da FAMA Investimentos\nGuibson Trindade – Gerente Executivo na Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial\nHerik Marques – Diretor Superintendente na Fundação ArcelorMittal\nMarisa Santana – Gerente de Impacto Social em ESG no Instituto Nu \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Avaliações promotoras de equidades: o que fazemos e o que precisamos?
DESCRIPTION:No contexto de desigualdades estruturais presentes no Brasil\, agravado nos últimos anos pelas consequências da pandemia de Covid-19\, a filantropia passou\, cada vez mais\, a abarcar questões de equidade em suas operações\, investimentos e iniciativas. Vivemos também um cenário de mudança de paradigma na esfera pública federal\, oportunizando a construção de políticas direcionadas à redução destas desigualdades. \nEssas iniciativas de interesse público assumem o compromisso de enfrentar questões complexas\, sustentadas por uma cultura de preconceitos e privilégios internalizados individual e coletivamente que perpetuam a construção de uma sociedade social e economicamente assimétrica e desigual. \nProcessos avaliativos precisam acompanhar esse movimento\, servindo efetivamente como uma ferramenta potencializadora da redução das desigualdades no país. Cabe\, ao campo da avaliação refletir em que medida suas bases conceituais\, metodológicas e práticas necessitam ser revistas e aprimoradas para dar conta de tamanho desafio. \nEsta mesa trará para o debate as formas vigentes\, possíveis e desejáveis de se realizar avaliações para que sejam ferramentas indutoras de iniciativas mais potentes no combate às desigualdades. \nMediadora\nCamila Cirillo – Coordenadora da Agenda de Avaliação no GIFE \nPalestrantes\nLívia Magro – Gerente Executiva de Gestão do Conhecimento e Impacto na Liga Solidária\nMirela de Carvalho – Sec.-adjunta de Monitoramento e Avaliação do Governo Federal\nWalquíria Tibúrcio – Sócia da Move Social\nWesley Matheus – Diretor Colegiado da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação (RBMA) \nLocal: Sala Laranja
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