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SUMMARY:Filantropia comunitária: mobilização de atores diversos para a transformação
DESCRIPTION:Filantropia comunitária é uma abordagem da filantropia e do investimento social que reconhece e valoriza os saberes e ativos das comunidades\, conferindo a elas o poder de fazer escolhas e tomar decisões relacionadas ao uso dos recursos. Quando adotada por investidores sociais\, que apenas em 2020 mobilizaram mais de R$ 5\,3 bilhões de recursos privados para fins públicos segundo o Censo GIFE\, essa abordagem permite uma filantropia feita junto com a comunidade\, alterando as estruturas de poder\, reduzindo as desigualdades e gerando transformação de fato. \nA filantropia comunitária é ainda pouco incorporada nas estratégias do investimento social brasileiro. E 2022\, a Rede Comuá e o GIFE\, com o objetivo de fomentar a filantropia comunitária entre atores do investimento social e da filantropia\, iniciaram um projeto que identificou dez práticas da filantropia comunitária a serem adotadas pelo ISP\, que envolvem desde a promoção da autonomia das organizações apoiadas na gestão de recursos até a adoção de processos e mecanismos que facilitem o acesso a recursos e a prestação de contas por parte de organizações apoiadas. \nA mobilização de múltiplos atores é fundamental para gerar transformação nos territórios a partir do reconhecimento da potência das comunidades\, do trabalho em forma de parceria e da confiança\, pilares da filantropia comunitária. Este painel propõe-se\, então\, a refletir sobre as oportunidades e os desafios da mobilização de atores diversos para a transformação social. \nModeradora\nGraciela Hosptein – Diretora Executiva na Rede Comuá \nPalestrantes\nHarley Henriques – Fundador e Diretor Executivo no Fundo Positivo\nJair Resende – Superintendente Socioeducativo na Fundação FEAC\nLarissa Amorim – Coordenadora executiva da Casa Fluminense\nVinicius Ahmar – Gerente de Estratégia para Desenvolvimento Sustentável do Instituto Arapyaú \nLocal: Sala Vermelha
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SUMMARY:Bioeconomia como caminho para o desenvolvimento sustentável
DESCRIPTION:O Brasil é o país com a maior biodiversidade do mundo\, o que coloca sobre nós grande expectativa e responsabilidade quanto à preservação deste patrimônio natural. Os povos originários e especialistas têm defendido que a manutenção da floresta em pé é inegociável e que isso também oportuniza diversas possibilidades de empreendimentos socioeconômicos\, a partir de seu manejo sustentável. Empreendedores dos vários biomas brasileiros estão comprometidos com o uso sustentável deste ativo econômico\, contribuindo tanto para a conservação da biodiversidade\, quanto para a geração de trabalho e renda para as comunidades locais.  \nA bioeconomia tem como premissa a conservação integral do bioma\, a valorização dos conhecimentos locais e geracionais\, com distribuição justa dos benefícios econômicos a serem produzidos. Por sua essência empreendedora e criativa\, que dialoga com as realidades locais\, uma infinidade de experiências têm se constituído propriamente como vetor de transformação social para muitas pessoas e comunidades\, a partir de sua autonomia e protagonismo. \nO objetivo desta mesa é explorar o papel da filantropia e do investimento social privado na promoção da bioeconomia como uma alternativa para combater as disparidades sociais e atingir a sustentabilidade. \nMediadora\nGreta Salvi – Diretora na Latimpacto \nPalestrantes\nEllen Acioli – Coordenadora do Programa Vozes pela Ação Climática Justa na Fundación Avina\nMárcia Soares – Líder de Parcerias e Redes do Fundo Vale\nSelma Dealdina – Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos  (CONAQ)\nSergio Leitão – Fundador e Diretor no Instituto Escolhas \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:Atividade cultural seguida de debate com a proposta de promover reflexões sobre o enfrentamento das desigualdades
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SUMMARY:Quando o grantmaking contribui (ou não) para superar desigualdades?
DESCRIPTION:O grantmaking é uma estratégia de atuação do investimento social e das filantropias que consiste no repasse de recursos financeiros\, de forma estruturada\, para organizações ou iniciativas de interesse público\, diferenciando-se assim da execução de projetos próprios. Doar de forma estruturada é uma estratégia de atuação fundamental para o fortalecimento das organizações da sociedade civil. \nPorém\, não podemos assumir que todo grantmaking necessariamente contribui para o enfrentamento das desigualdades. O como se doa e o que se produz a partir dessa doação são parte fundamental de uma estratégia de grantmaking realmente transformadora. Portanto\, a conversa deste painel será em torno das diferentes estratégias e práticas existentes e possíveis no grantmaking\,  refletindo sobre quando o grantmaking contribui para superar as desigualdades e quando ele reforça as estruturas que perpetuam as desigualdades. \nMediador\nRaull Santiago – Fundador da Iniciava PIPA e Faísca Incentivos Plurais \nPalestrantes\nCarola Matarazzo – Diretora Executiva no Movimento Bem Maior\nDiane Pereira Sousa – Presidenta do Instituto da Baixada\nFábio Tran – Venture Partner na Imaginable Futures\nRodrigo Pipponzi – Presidente do Conselho do Grupo MOL e Instituto ACP \nLocal: Sala Vermelha \n 
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SUMMARY:Produção de informação e desinformação num país polarizado
DESCRIPTION:As notícias falsas tiveram um forte impacto nas eleições recentes do Brasil\, bem como em outros países\, e se disseminam rapidamente através das mídias sociais. Embora não seja um fenômeno novo\, especialistas em comunicação afirmam que vivemos na era da pós-verdade\, na qual as crenças pessoais e as emoções têm mais influência na formação da opinião do indivíduo do que os fatos objetivos. Essa nova forma de “se informar” pode desafiar os processos democráticos\, já que a desinformação contribui para desqualificar poderes ou iniciativas do poder público. \nFrente a esse cenário\, é importante considerar como as mídias tradicionais e alternativas podem contribuir para sustentar a produção de informações baseadas em fatos objetivos e evidências. No curto prazo\, pode ser difícil reverter o cenário atual\, mas medidas podem ser tomadas para minimizar seus efeitos negativos? A regulação das mídias digitais pode ser um meio importante para proteger a democracia? Qual é o papel ativo das organizações da sociedade civil e do investimento social privado para qualificar o debate público e manter um ambiente pacificado entre aqueles que têm visões opostas sobre o país? Essas inquietações serão o pano de fundo deste painel. \nMediador\nRafael Georges – Representante da Luminate no Brasil \nPalestrantes\nAndré Dias – Diretor de Relações Institucionais e Projetos Especiais da Globo\nFernanda Martins – Diretora do InternetLab\nJoão Brant – Secretário de Políticas Digitais na SECOM/Presidência da República\nNina da Hora – Fundadora do Instituto da Hora\nVinicius Martins – Cofundador e gerente audiovisual da Alma Preta Jornalismo \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:Saúde mental na gestão e atuação da filantropia brasileira
DESCRIPTION:Em um contexto de desigualdades sociais\, o tema da saúde mental vem ganhando evidência\, principalmente com os efeitos da pandemia de Covid-19. Estudiosos fazem conexões entre o modelo socioeconômico vigente\, que contribui para acentuar tais desigualdades\, e os sofrimentos psíquicos crescentes na população. \nAs relações de trabalho têm grande papel nesse contexto e influenciam em diversas questões que impactam a saúde mental dos colaboradores\, reforçando aspectos como desequilíbrios nas relações de poder\, racismo institucional\, entre outros. \nO papel da filantropia na promoção da saúde mental como pilar de atuação pode ser importante alavanca para a redução de desigualdades e para a promoção da equidade. Sendo assim\, essa mesa pretende sensibilizar as organizações em relação à importância de ampliar o debate sobre prevenção de transtornos e promoção de saúde mental\, tanto pensando na gestão interna quanto em suas estratégias de atuação e investimentos. \nPalestrantes\nClélia Prestes – Coordenadora de Formação no AMMA Psique e Negritude\nChristian Ingo Lenz Dunker – Coordenador no Laboratório de Teoria Social\, Filosofia e Psicanálise\nDaniel Soranz – Pesquisador da Fiocruz e Deputado Federal\nLuciana Barrancos – Gerente Executiva no Instituto Cactus\nTide Setubal – Coordenadora de Projeto Territórios Clínicos na Fundação Tide Setubal \nLocal Sala: Azul
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SUMMARY:Possibilidades para um Brasil sem fome e miséria
DESCRIPTION:33 milhões! Este é o número de brasileiros e brasileiras que sofrem de insegurança alimentar grave – situação em que não é possível fazer nenhuma refeição durante um dia ou mais – segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Nos últimos 8 anos\, o país viveu momentos de aumento de desemprego e de inflação\, precarização do trabalho\, inflação em alta\, baixa remuneração de trabalhadores\, retirada de direitos sociais e diminuição de prioridade de programas sociais são fatores que contribuíram com esse número alarmante de insegurança alimentar grave.  \nEsta mesa se propõe a compreender quais são as reais possibilidades de o país não conviver mais com a fome e a miséria. É sustentável garantir segurança alimentar para toda a população brasileira? Qual o papel que o investimento social (privado e público)\, as empresas e organizações da sociedade civil têm para que a fome e a miséria não estejam mais presentes – de forma perene e duradoura – na vida cotidiana do país? \nMediadora\nMônica Pinto – Chefe de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância \nPalestrantes\nHelio Santos – Presidente do Conselho da OXFAM BRASIL\nMalu Paiva – Vice-Presidente Executiva de Sustentabilidade na Vale\nMarcelo Neri – Diretor do FGV Social e Professor da EPGE\nMariana Macário – Gerente de políticas públicas da Ação pela Cidadania \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Equidade de gênero e raça: interseccionalidades na América Latina
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SUMMARY:Filantropia e políticas públicas: pelo fortalecimento dos direitos de crianças e adolescentes
DESCRIPTION:A garantia dos direitos de crianças e adolescentes sempre foi uma das agendas centrais do Investimento Social Privado. No entanto\, nos últimos anos\, essa agenda enfrentou muitas adversidades\, incluindo a pandemia de Covid-19\, que prejudicou o sistema de garantia de direitos e dificultou a denúncia de abusos. Além disso\, os conselhos de direitos sofreram ataques e tentativas de esvaziamento\, e as violações de direitos afetam desproporcionalmente crianças e adolescentes negros. \nApesar desses obstáculos\, a sociedade civil e a filantropia mostraram força e capacidade de organização para assegurar a prioridade absoluta dos direitos de crianças e adolescentes. Iniciativas como a Agenda 227 e a Pesquisa de Fortalecimento dos Conselhos de Direitos foram fundamentais para pautar essa questão nos principais espaços públicos. \nNo entanto\, a desigualdade social e as lacunas na gestão e nas práticas dos conselhos e organismos públicos ainda representam desafios para a efetiva garantia dos direitos de crianças e adolescentes. Segundo pesquisa recente do Unicef\, 32 milhões de crianças e adolescentes vivem em situação de pobreza no Brasil. \nDiante desses desafios\, é importante refletir sobre os próximos passos para fortalecer os direitos de crianças e adolescentes\, bem como o papel da filantropia em articular as políticas públicas. \nMediador\nRaul Araújo – Presidente do IBDCRIA \nPalestrantes\nAriel de Castro Alves – Secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente\nFrancinéa Dias – Secretária de Assistência Social e Articuladora Municipal do Selo Unicef\nIsabella Henriques – Diretora-executiva no Alana\nLucas Lopes – Secretário-executivo na Coalizão pelo Fim da Violência\nMiriam Pragita – Diretora executiva na ANDI – Comunicação e Direitos \nLocal: Sala Verde
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SUMMARY:Juventudes: protagonistas do presente e do futuro
DESCRIPTION:Em 2023\, o Estatuto da Juventude completa 10 anos como marco na promoção dos direitos das pessoas de 15 a 29 anos no Brasil. No entanto\, o contexto das juventudes tem se deteriorado\, apesar do aumento de organizações e coalizões voltadas para essa faixa etária. É necessário considerar a grande diversidade entre os jovens\, suas realidades e necessidades específicas para apoiar a construção de seus planos de vida.  \nEsta mesa tem como objetivo discutir perspectivas para os jovens nos próximos dez anos e como a filantropia e o Investimento Social Privado podem contribuir para impulsionar esse futuro. \nMediadora\nKarina Penha – Coordenadora de Mobilização da Campanha Amazônia de Pé no NOSSAS \nPalestrantes\nErica Fortuna – Gerente Departamental de Relações Institucionais da Fundação Bradesco\nIago Hairon – Oficial de Programa Sênior em Justiça Climática na Open Society Foundations\nManuella Donato – Consultora de Projetos no Fundo Malala\nTatiana de Jesus Pereira Ferreira – Secretária de Estado de Juventude do Maranhão \nLocal: Sala Laranja
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SUMMARY:Fronteiras da agenda pública de educação: compromisso com a promoção de equidades
DESCRIPTION:Durante o último governo\, em quatro anos\, o Brasil teve 4 ministros da educação e uma vacância de ministros por 1 mês. A rotatividade de ministros\, somada às dificuldades geradas pela pandemia foram marcantes para a efetividade das políticas públicas de Educação no plano federal. Em paralelo\, as Secretarias de Educação nos estados e municípios também precisaram demonstrar enorme resiliência\, criatividade\, liderança e abertura a parcerias por conta do distanciamento social imposto pela pandemia. Frente a esse quadro\, o país hoje se vê com urgência em recuperar o tempo esvaído. \nÉ neste cenário que a pauta da Educação seguiu correspondendo à maior proporção de associados GIFE trabalhando por uma temática – 78% dos investidores sociais têm iniciativas em Educação\, segundo o Censo GIFE 2020. É o principal tema ao qual se dirige os recursos e atenção da filantropia no Brasil há mais de 20 anos. \nNeste cenário e à luz de uma reflexão retrospectiva\, como pode ser enfocado o trabalho do ISP atuante em Educação\, com vistas a alicerçar políticas educacionais efetivas para o alcance de uma educação transformadora a todos alunos e alunas das escolas públicas brasileiras? \nMediador\nFernando Luiz Abrucio – Professor e pesquisador da FGV e colunista Valor Econômico \nPalestrantes\nEdnéia Gonçalves – Socióloga e educadora da Ação Educativa\nGiovani Rocha – Co-fundador na Mahin Consultoria Antirracista\nPatricia Mota Guedes – Superintendente do Itaú Social \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Inclusão produtiva e promoção de trabalho digno
DESCRIPTION:Segundo as sucessivas edições do Censo GIFE\, a agenda de inclusão econômica voltada para o conjunto de iniciativas de promoção do emprego\, trabalho\, renda e empreendedorismo\, é uma das mais trabalhadas pelo Investimento Social Privado. Com efeito\, a garantia da inserção produtiva é uma das mais eficientes formas de se assegurar direitos diversos\, promover o desenvolvimento sustentável e principalmente enfrentar as desigualdades em suas múltiplas dimensões. \nO Brasil convive com desafios históricos e estruturais de inclusão produtiva. O país fechou 2022 com um contingente de 8\,6 milhões de desocupados\, 4 milhões de desalentados e uma taxa de subutilização (indicador composto pelo percentual de pessoas desocupadas\, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e a força de trabalho potencial) da ordem de 18\,5%. A estes indicadores se somam as lentes das desigualdades. Quando observados na desagregação\, os dados revelam que mulheres\, negros e jovens\, além das populações das regiões norte e nordeste\, são as mais afetadas pelo desemprego\, subemprego e desigualdades salariais. \nNão bastassem os desafios históricos\, avizinham-se outros enfrentamentos eminentes como o rápido envelhecimento da população e as mudanças climáticas que interpõem agendas como a transição justa para uma economia de baixo carbono\, a organização de uma economia do cuidado\, a promoção do trabalho digno e a aprendizagem ao longo da vida. \nComo o ISP vem se preparando para encarar essa sobreposição de desafios? Que caminhos e estratégias estão sendo trilhadas e que iniciativas estão sendo ou devem e precisam ser implementadas pela filantropia para promover a inserção produtiva e o trabalho digno? \nMediadora\nVivianne Naigeborin – Superintendente na Fundação Arymax \nPalestrantes\nAna Valéria Araújo – Superintendente no Fundo Brasil de Direitos Humanos\nMaitê Lourenço – Fundadora da BlackRocks\nNadja Brandão – Diretora Executiva na {reprograma}\nRafael Gioielli – Gerente Geral no Instituto Votorantim
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SUMMARY:Alcances e desafios da Filantropia Familiar na redução de desigualdades
DESCRIPTION:Definimos filantropia e investimento social como alocação voluntária de recursos privados para fins públicos\, recursos financeiros e não financeiros. Famílias que estruturam institutos e fundações\, em geral\, buscam propagar seus valores e deixar seus legados. O ISP familiar\, no ambiente do GIFE\, tem sido reconhecido por sua flexibilidade e abertura à inovação\, sobretudo quanto às causas apoiadas e a preocupação em mitigar as desigualdades existentes no país. Algumas famílias também têm buscado tornar acessível ao público seus acervos e coleções\, tarefa pouco estimulada pelo ambiente legal\, que impõe taxas ao invés de estímulos para esse tipo de doação. \nNeste painel\, teremos a oportunidade de ouvir representantes do ISP familiar que atuam de diferentes maneiras\, sejam aqueles que financiam a sociedade civil organizada\, aqueles que operam seus projetos próprios e aqueles que passaram a disponibilizar ao público em geral seus legados\, colocando seus acervos e temas de interesse na ordem do dia. A partir de diferentes estratégias\, a proposta da mesa é uma conversa franca sobre o papel que as famílias filantrópicas podem desempenhar na redução das desigualdades e no apoio às causas estratégicas. \nMediadora\nInês Mindlin Lafer – Idealizadora do Confluentes e diretora no Instituto Betty e Jacob Lafer \nPalestrantes\nBeatriz Bracher – Fundadora do Instituto Galo da Manhã\nBianca Santana – Diretora-executiva na Casa Sueli Carneiro\nJuliano Salgado – Vice-presidente no Instituto Terra\nLuciano Cerqueira – Coordenador de Projetos da Samambaia.org \nLocal: Sala Verde
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SUMMARY:ASG e os limites das estratégias das empresas para promoção de equidades
DESCRIPTION:Durante grande parte do século passado\, o desenvolvimento foi entendido unicamente como crescimento econômico\, mas na década de 1960\, esse modelo passou a ser questionado por estudos globais. Desde então\, foros nacionais e internacionais têm promovido a ideia de um novo modelo de desenvolvimento\, que incorpore aspectos sociais e ambientais\, conhecido como desenvolvimento sustentável. \nAs empresas têm sido cada vez mais chamadas a repensar suas estratégias e práticas para contribuir com um modelo de desenvolvimento mais sustentável. A crescente pressão dos investidores para que as empresas reportem seus resultados não financeiros vinculados a questões ambientais\, sociais e de governança (ASG) tem aumentado a presença da sigla “ASG” entre os tomadores de decisões. \nNesse contexto\, refletir sobre o papel e os caminhos possíveis das empresas\, institutos e fundações na promoção das equidades no Brasil é o objetivo central deste painel. É fundamental que as empresas percebam que sua atuação deve ir além dos objetivos financeiros e se comprometerem com ações concretas de promoção da sustentabilidade e equidade. \nMediadora\nPatricia Loyola – Diretora de Gestão e Investimento Social Corporativo na Comunitas \nPalestrantes\nFábio Alperowitch – Fundador da FAMA Investimentos\nGuibson Trindade – Gerente Executivo na Associação Pacto de Promoção da Equidade Racial\nHerik Marques – Diretor Superintendente na Fundação ArcelorMittal\nMarisa Santana – Gerente de Impacto Social em ESG no Instituto Nu \nLocal: Sala Azul
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SUMMARY:Avaliações promotoras de equidades: o que fazemos e o que precisamos?
DESCRIPTION:No contexto de desigualdades estruturais presentes no Brasil\, agravado nos últimos anos pelas consequências da pandemia de Covid-19\, a filantropia passou\, cada vez mais\, a abarcar questões de equidade em suas operações\, investimentos e iniciativas. Vivemos também um cenário de mudança de paradigma na esfera pública federal\, oportunizando a construção de políticas direcionadas à redução destas desigualdades. \nEssas iniciativas de interesse público assumem o compromisso de enfrentar questões complexas\, sustentadas por uma cultura de preconceitos e privilégios internalizados individual e coletivamente que perpetuam a construção de uma sociedade social e economicamente assimétrica e desigual. \nProcessos avaliativos precisam acompanhar esse movimento\, servindo efetivamente como uma ferramenta potencializadora da redução das desigualdades no país. Cabe\, ao campo da avaliação refletir em que medida suas bases conceituais\, metodológicas e práticas necessitam ser revistas e aprimoradas para dar conta de tamanho desafio. \nEsta mesa trará para o debate as formas vigentes\, possíveis e desejáveis de se realizar avaliações para que sejam ferramentas indutoras de iniciativas mais potentes no combate às desigualdades. \nMediadora\nCamila Cirillo – Coordenadora da Agenda de Avaliação no GIFE \nPalestrantes\nLívia Magro – Gerente Executiva de Gestão do Conhecimento e Impacto na Liga Solidária\nMirela de Carvalho – Sec.-adjunta de Monitoramento e Avaliação do Governo Federal\nWalquíria Tibúrcio – Sócia da Move Social\nWesley Matheus – Diretor Colegiado da Rede Brasileira de Monitoramento e Avaliação (RBMA) \nLocal: Sala Laranja
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